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Postado por Cristal Costa em 28 maio 2012 às 14:36 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por pituco em 28 maio 2012 às 2:21 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por tomas_gatinho2012 em 21 maio 2012 às 20:19 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Chiara White em 21 maio 2012 às 15:09 0 Comentários 1 Curtiu isto
Postado por Bolinha em 19 maio 2012 às 0:00 0 Comentários 0 Curtiram isto
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Dicas para esquentar seu bicho no frio
Roupinhas são indispensáveis
Cães magros, velhinhos, de pelo curto ou que sentem dores nessa época mais fria do ano precisam usar roupinhas de inverno. Se o seu bicho arfar de calor, troque por uma roupa de tecido mais leve e verifique se a peça não está apertada. Outra opção é forrar a cama com um cobertor, colocá-la num local quente e seco e cobrir o cão à noite.
Brinque com ele!
Cachorros sedentários são mais friorentos do que os animais que se exercitam regularmente. Por isso, leve o seu bicho de estimação para passear enquanto ainda há sol e faça-o dar umas corridas atrás da bolinha.
Evite choques térmicos
Após o banho e o secador, deixe o bicho em local aquecido por pelo menos 20 minutos. E jamais largue-o no carro sozinho por muito tempo: a lataria transforma o veículo numa geladeira!
Ofereça um pouco a mais de ração
No frio, o metabolismo dos animais precisa acelerar para manter a temperatura do corpo. Por isso, é natural que seu bicho de estimação tenha mais apetite nessa época do ano. Resolva o problema oferecendo um pouquinho a mais de ração do que o habitual. Mas nada de exagerar, hein? Senão, assim que chegar a primavera, seu Totó terá de fazer uma dieta!
Seque o pelo
Pelo molhado no frio baixa a imunidade. Então, mantenha seu gato em casa o máximo possível, especialmente nas noites chuvosas. Se o danadinho for rueiro, seque o pelo com uma toalha toda vez que ele aparecer pingando.
Deixe a cama quente
Providencie uma casinha ou caixa de papelão e deixe-a no quintal, de preferência em algum lugar coberto. Forre-a com panos quentes.
Bata no capô do carro antes de sair
Quer lugar mais quentinho do que um carro recém-desligado? Como os gatos adoram tirar uma soneca no capô, antes de dar a partida, dê batidinhas na lataria para afugentar os bichanos. Também é bom pisar várias vezes no acelerador - lembre-se de fazer isso com o carro parado! O barulho certamente assustará os gatos e evitará que eles se machuquem (ou coisa pior) quando você ligar o motor.
Não deixe a gaiola exposta ao vento e ao sol
As aves, quando acondicionadas em gaiolas, não conseguem se proteger dos raios solares ou do vento. As condições climáticas podem trazer desconforto térmico ao animal e predisposição à doenças.
Não dê banho nos pássaros
É comum que proprietários borrifem água nas aves, com o objetivo de aliviar o calor do bicho. Não faça isto! A atitude compromete a saúde do seu pássaro.
Coloque um lençol em cima da gaiola durante a noite
As mudanças bruscas de temperatura contribuem para o adoecimento das aves, especialmente quando ocorrem durante a noite. Ao colocar um lençol sobre a gaiola, você protege seu pássaro contra as variações térmicas.
Observe o comportamento do seu bicho diariamente
Os sintomas das doenças nas aves são bastante discretos no início. Desta forma, é necessária bastante atenção para perceber se algo não vai bem. Ao constatar que seu animal está com comportamento diferente, leve-o ao veterinário o mais rápido possível. Quanto antes o diagnóstico for feito, mais fácil será a recuperação.
* Fonte: Dr. Marcos Fernandes, veterinário homeopata.
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Saiba dicas para transportar seu animal com conforto e segurança
Quando for viajar de carro,uma das prioridades é zelar pelo conforto e segurança de todos os passageiros. E caso um deles seja um animal, os cuidados devem ser semelhantes aos demais integrantes da família. Aproveitando o período de férias escolares, reunimos algumas recomendações para que seu animal conviva sempre em harmonia dentro do veículo.
O mais comum é ver cachorro, ou gato, andando no colo de um dos tutores, com a cabeça para fora, aproveitando o vento na cara. Porém, o correto é que o animal vá em uma cadeirinha especial, que possa ser presa no cinto de segurança do banco traseiro. A outra opção, caso o animal seja muito grande, é pela caixa de transporte, que deve ser colocada no porta-malas do veículo.
A segunda dica é não alimentar animal pouco antes de sair de casa. O balanço do carro pode fazer com que ele enjoe e acabe sujando todo o estofado do veículo. Além disso, em uma viagem longa, pare de vez em quando para que ele possa fazer as necessidades, tomar uma água e descansar um pouco do estresse do trajeto.
Por fim, vale lembrar que deixar o animal com o focinho para fora do vidro pode fazer mal para ele. Eles adoram a sensação de aventura e o vento da velocidade, mas se isso é feito com muita frequência, ou por um longo tempo, pode ressecar nariz e olhos, afetando, dois de seus principais sentidos.
Fonte: http://tinyurl.com/5utmoj8
Vivissecção: ciência ou barbárie?
Por Aurélio Munhoz
A palavra complicada usada no título deste artigo justifica uma explicação inicial. Em sentido restrito, vivissecção é a prática (cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega Cláudio Galenao, no século I DC) de se dissecar animais vivos para estudar sua anatomia e fisiologia. Em sentido amplo, o termo define todos os experimentos realizados em animais vivos.
Tanto em um caso quanto no outro, porém, os resultados são sempre os mesmos: dor e sofrimento. É isso o que acontece nas câmaras de torturas – eufemisticamente chamadas de laboratórios – de universidades públicas e privadas, indústrias (sobretudo de produtos farmacêuticos e cosméticos) e institutos de pesquisa.
Nelas, animais vivos – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol extenso de experiências, cujo espaço restrito deste artigo não nos permite detalhar. Citemos algumas: a amputação de membros sadios para a implantação de próteses produzidas com novos materiais supostamente úteis aos seres humanos, a injeção de substâncias tóxicas no corpo ou a aplicação de produtos químicos na pele para a verificação dos seus efeitos e, ainda, a fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.
Tudo em nome da Ciência – e, de forma velada, do dinheiro. Porque, não se iluda, este é o pano de fundo do debate. Ainda que fosse justificável a necessidade de se torturar e mutilar animais em nome da Ciência, o que é discutível, não o é fazê-lo em nome do dinheiro. Por isso, a vivissecção é, sem dúvida, a maior das questões da Bioética.
Não por acaso. Não há estatísticas oficiais sobre o número de animais mortos neste gênero de barbárie moderna, mas os PhDs alemães Milly Schar-Manzoli e Max Heller, no livro Holocausto, estimam que a máquina de dinheiro que move esta fábrica de horrores chega a consumir extraordinários quatrocentos milhões de animais em todo o mundo, anualmente.
Não se diga, seguindo a cartilha maquiavélica, que os fins justificam os meios. No livro Alternativas ao uso de animais vivos na Educação, o biólogo paulista Sérgio Greif relaciona uma longa lista de alternativas eficazes à vivissecção, que esvaziam os discursos de que este tipo de prática é necessário: modelos e simuladores mecânicos ou de computador, realidade virtual, acompanhamento clínico em pacientes reais, auto-experimentação não-invasiva, estudo anatômico de animais mortos por causas naturais, além dos filmes e vídeos interativos.
Apoiadas por cientistas, pesquisadores, políticos e até executivos de grandes empresas privadas, instituições sérias como a InterNiche (International Networtk of Individuals and Campaigns for a Humane Education) e a British Union for the Abolition of Vivisection (organização que existe desde o final do século 19) têm uma coleção de bem fundamentados argumentos contrários a este tipo de prática.
Provando que a preocupação com o tema não é delírio das organizações de defesa dos animais, a grande maioria das escolas de medicina dos EUA (maior berço científico do planeta) não usa animais. Entre elas, as consagradíssimas Harvard Medical School e Columbia University College of Physicians and Surgeons. Baseiam-se, entre outras coisas, em estudos que comprovam que 51,5% das drogas lançadas entre 1976 e 1985 ofereciam riscos aos seres humanos não previstos nos testes.
Já em Israel, a El Al (principal linha aérea do País) se recusa a transportar primatas para serem usados em experiências. Lá, a vivissecção é proibida em todas as instituições federais de ensino. O argumento que utilizam para justificar esta atitude, com o qual encerra-se este artigo, é uma primorosa lição de humanidade. “É mais importante ensinar aos alunos israelenses a compaixão pelos animais porque este sentimento certamente criará maior compaixão por seres humanos”.
Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/06/19/vivisseccao-ciencia-ou-barbarie/
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Saiba o que fazer nos primeiros dias do filhote em novo lar
Filhotes são fofos e quase sempre se tem vontade de levar um para casa quando se vê. No entanto, eles podem dar muito trabalho, mais até do que cães já adultos.
Por serem muito novos e estarem chegando a um lugar completamente novo, os cachorrinhos precisam de atenção e cuidado especiais.
Para saber como lidar com a situação e a melhor forma de tratá-los nos primeiros dias, "Larousse do Cão e do Cãozinho" oferece o que há de essencial e ainda mais.
A obra se ocupa com as principais etapas da criação. Primeiro a escolha. Ao todo, mais de 250 raças são apresentadas, com imagens e fichas, as quais oferecem informações como tamanho, peso, aspecto geral, variedades, origem e comportamento.
Se você está prestes a receber um cãozinho em casa, veja quais as medidas essenciais a serem tomadas:
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Saiba como usar produtos de limpeza sem intoxicar cães e gatos
Produtos de limpeza podem significar uma ameaça para os animais de estimação. Para evitar que eles sejam intoxicados, é melhor tomar algumas precauções ou usar produtos naturais, segundo os veterinários...
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Especialistas decifram a linguagem corporal de cães e gatos
Você começa a brincar com seu cão ou gato e ele se vira de barriga para cima. A primeira coisa que pensa é que ele está pedindo carinho. Na verdade, essa posição indica submissão, ou seja, é o modo que o animal fica mais indefeso e quer dizer que se entregou, em caso de briga, ou ainda deseja mostrar que é você quem manda. Alguns, quando ficam de barriga para o ar, chegam a colocar até o rabinho entre as pernas para reforçar essa submissão. Os tutores, porém, tendem a interpretar os sinais com certa confusão porque olham o animal apenas com afeto.
Diversas posições e reações dos animais, contudo, podem ser traduzidas em sensações como satisfação, dor, irritação e tranquilidade. “Temos de respeitar esse tipo de comunicação dos animais. Muitas pessoas estão humanizando os animais, mas eles não querem ser gente”, afirma a adestradora Maria Cristina de Oliveira, que trabalha há dez anos com comportamento des cães, em Curitiba.
Especializada no comportamento de gatos, a médica veterinária do Rio de Janeiro Mariana Moura defende que é preciso romper preconceitos com relação aos felinos. “O gato não é um animal interesseiro. Ele pega amor pelo tutor e tem carinho por todas as pessoas”, diz. Mas, fique atento: a linguagem corporal de cães e gatos é diferente. Por isso, Maria Cristina e Mariana explicam o que há por trás de alguns comportamentos bastante comuns desses animais.
Gato
Quando esfrega o corpo ou as orelhas nas pernas do tutor, o gato não quer apenas demonstrar carinho. Ele quer demarcar território, mostrar que está presente no ambiente. Ao fazê-lo, o gato espalha seu odor na pele do tutor e tenta, assim, se sentir protegido.
Cauda
A cauda erguida significa várias coisas e é preciso observar também o rosto do animal nesse momento. Junto com olhos bem abertos e orelhas erguidas, a cauda levantada pode significar que o gato está atento ou curioso. Se as orelhas estiverem para trás, o animal pode estar sentindo medo ou raiva.
Barriga
O abdome e o pescoço são áreas muito sensíveis para os gatos. O animal que tomba, exibe essa parte do corpo e se deixa acariciar está dando sinais de extrema docilidade e submissão ao tutor. Entre as gatas no cio, esse é um comportamento mais corriqueiro.
Sons
O “ron-ron” é, sem dúvida, um sinal de tranquilidade. Quando o gato é acariciado e emite esse barulho agradável, significa que ele sente prazer. No entanto, o “ronronar” também pode ser por causa de alguma dor ou incômodo. Um “rrrrr” incessante e prolongado é sinal de que está na hora de procurar um veterinário.
Balanço
O gato não costuma demonstrar satisfação quando balança a cauda. Pelo contrário. Ele quer dizer, no mínimo, “estou atento”. Esse gesto indica, geralmente, que o animal está incomodado com alguma coisa. Uma cauda muito agitada, por exemplo, pode significar irritação ou até predisposição para atacar.
Cão
Quando um cão vira a barriga para cima indica submissão diante de uma ameaça. Isso fica mais claro quando, já deitado, o animal também coloca a cauda entre as pernas e não olha diretamente para o tutor. Mas cuidado: uma das primeiras reações de um cão diante do perigo é, normalmente, o ataque.
Na cama
Quando o animal deita na cama do tutor, não busca apenas carinho. Está impregnando o local com seu cheiro para demarcar território. Esse comportamento é típico de um cão dominante dentro de casa. É como se ele dissesse “estive aqui”. Em casos mais sérios, o animal pode, inclusive, urinar na cama.
Lambida
As lambidas, que podem ser bastante incômodas para quem recebe, são mais um pedido de atenção. Se o tutor trata o animal como um líder, ele passa a solicitar cada vez mais essa atenção, inclusive através de lambidas, mordiscadas ou até mordidas mais sérias.
Barulho
Ao rosnar, erguer os lábios e mostrar os dentes, o cão não está sorrindo. Esses sinais indicam que o animal está disposto a atacar, ou, no mínimo, demonstra irritação. Isso pode ser interpretado como um “chega pra lá” para quem incomoda o animal.
Rabo
Além de abanar a cauda de maneira leve, para demonstrar satisfação, o cão deve fazê-lo com a cauda baixa e flexível. O corpo deve estar relaxado. Mas se o animal estiver com o corpo eriçado, olhando fixamente para algum objeto e com a cauda erguida e balançando muito, isso pode manifestar irritação e disposição para atacar.
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Transmissão da toxoplasmose é mais comum por alimentos mal lavados ou cozidos
Colocados ao lado de um cão esfuziante e brincalhão, são facilmente considerados antipáticos, frios, distantes, esnobes e desinteressados. Além dessa “fama”, os gatos ainda sofrem com outro tipo de preconceito: são vistos como vilões, por serem agentes transmissores da toxoplasmose, doença que pode passar despercebida em pessoas com imunidade normal, mas gera complicações sérias naquelas com imunidade comprometida, sendo também transmitida de mãe para filho pela placenta.
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Páscoa: Saúde animal: por que alguns alimentos como chocolate fazem mal aos pets?
Guloseimas consumidas por donos de animais de estimação muitas vezes podem ser tóxicas a seus pets. É importante entender que o organismo do homem se difere do organismo de cães e gatos e daí a importância de oferecer uma dieta equilibrada ao animal.
Donos que não resistem a carinha de vontade de seus pets, devem pensar duas vezes antes de dividir com eles suas guloseimas. Em época de Páscoa, o chocolate é um dos principais causadores de intoxicações alimentares. Acontece que alguns alimentos, mesmo sendo comuns na dieta humana, não podem ser ingeridos pelos animais de estimação. Mas por que o chocolate faz mal aos pets?
Leia em http://tinyurl.com/3m4c52q
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Páscoa: chocolate comum pode afetar a saúde dos pets
Quem resiste a um pedaço de chocolate, principalmente durante a Páscoa? O problema é que muitas vezes essa tentação chega aos nossos amigos pet, ou seja, seus donos acabam compartilhando com eles e, de pedacinho em pedacinho, nem imaginam o mal que estão causando a saúde de seus animais de estimação.
O chocolate contém um grupo de substâncias conhecido como metilxantinas, e que estão presentes em várias bebidas e estimulantes não-alcoólicos, como o café e o chá. De acordo com Dr. José Roberto July, médico-veterinário da Julyvet Clínica Veterinária, o animal não consegue metabolizar a teobromina presente no chocolate. “Logo após o consumo, o animal pode apresentar reações alérgicas como diarréias, vômitos e hiperatividade. Passadas algumas horas, com o aumento da absorção da teobromina, haverá aumento dos batimentos cardíacos que pode resultar em arritmias, tremores musculares, aumento da produção de urina, hiper excitação, espasmos e até a perda da consciência (coma). Alguns sintomas podem demorar horas para aparecer, e o proprietário pode não relacionar os sintomas com a ingestão de chocolate dois dias antes”, alerta Dr. July.
Leia em http://tinyurl.com/3qgdu2g
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Nódulos mamários em cadelas e gatas têm cura, mas é preciso muita atenção
Os tumores na mama são mais comuns em cadelas e gatas entre 10 e 12 anos. As raças que apresentam mais predisposição a esse tipo de problema são poodles e siameses. O aparecimento desses tumores está relacionado aos próprios hormônios sexuais da fêmea (estrógeno e progesterona) e ao uso inadequado de anticoncepcionais injetáveis, que produzem alterações no tecido mamário, gerando uma neoplasia.
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Campanha quer ampliar vacinação dos cães contra a cinomose
“Trata-se de uma enfermidade muito séria e, infelizmente, disseminada pelo País”, explica o médico veterinário Leonardo Brandão. “E não há medicamentos específicos para curar os cães. É preciso vacinar os animais para prevenir o aparecimento da cinomose”, ressalta o especialista.
Infelizmente no Brasil o número de cães vacinados é muito pequeno: cerca de 1 em cada 5 cães são regularmente vacinados contra a cinomose. Essa realidade explica a morte de milhares de animais todos os anos. Como não há vacinação pública, os tutores devem levar seus cães para receber a vacina no médico veterinário, mas muitos não sabem disso.
A campanha será realizada entre abril e maio de 2011 em todo o território nacional e envolve uma série de ações, como distribuição de folhetos explicativos e material de divulgação nas clínicas e pet shops, além de reforço na comunicação dos médicos veterinários. Além disso, serão também organizadas passeatas virtuais em todos os estados brasileiros, com divulgação nas redes sociais You Tube, Twitter e Facebook, motivando a participação coletiva na campanha Cinomose aqui não!
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Toxoplasmose, entenda um pouco sobre como se prevenir.
Veja o vídeo abaixo. Excelente!
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A revista Época desta semana apresenta como matéria principal uma reportagem sobre Animais de Estimação Vegetarianos. Queridos amigos, como tudo nessa vida, precisamos tomar cuidado com os excessos e analisar com muita calma as opções. Eu trato meus animais de estimação com todo o carinho e cuidado que posso. Procuro, sempre, não deixar faltar nada para eles. E isso está diretamente relacionado com "boa alimentação".
Muitos de nossos bichinhos são carnívoros. Como nós, humanos, sempre fomos carnívoros. Não por uma opção, nem por fazer parte de nossa cultura. Somos carnívoros pois nosso organismo precisa, para se manter são, de nutrientes que não podem ser encontrados somente em legumes, frutas e vegetais, por exemplo.
Desta forma, para ter uma nutrição completa e bem balanceada, é preciso cuidar para oferecer ao nosso organismo os nutrientes que são necessários. Cada caso é um caso. Alguns animais toleram melhor uma dieta baseada em ração sólida, outros preferem uma ração líquida. Seja qual for o caso, a ração deve prover tudo o que o organismo precisa para crescer e manter-se saudável.
Você pode até oferecer uma alimentação baseada em legumes, frutas e verduras, mas esteja certo de que está oferecendo tudo o que seu melhor amigo precisa.
Na dúvida, procure seu veterinário.
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A Dica de hoje vem da Ana Corina, do site Mãe de Cachorro (1). Em seu espaço Web ela menciona Emmanuelle Moraes, do blog Educadora Canina (2). Emmanuelle escreve sobre o uso do Crate, aquela gaiola que todos devemos usar para transportar nossos Pets. Vale ver o vídeo produzido por ela.
O Dr. Koleira e a turma do site adora as duas!
(1) http://networkedblogs.com/fvLnH
(2) http://www.educadoracanina.com.br/
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Ainda estamos no Verão e as dicas abaixo são importantes.
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Informação e prevenção são as palavras de ordem para manter cães, gatos e crianças protegidos contra intoxicações.Adicionado por Belo 1 Comentar 0 Curtiram isto
A proposta do The Pet's Universe é de ser uma Rede Social para nossos melhores amigos, os Animais de Estimação. Este é um espaço para eles, para que possam encontrar seus amigos e fazer novas amizades, obter e dar dicas e, o mais importante, trocar experiências.
Para isso, mantemos uma Rede bastante rica com Fórum, Blogs, Correio Eletrônico, Chat e muito mais. Você também pode compartilhar fotos e vídeos de seu Animal de Estimaçào.
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